Terça-feira da IV Semana da Quaresma
A liturgia de hoje faz-nos olhar para o homem que se encontrava deitado junto da piscina há 38 anos. Esta leitura do evangelho, colocada com o pano de fundo da profecia de Ezequiel da torrente vital de água que brota do templo, aponta-nos que o nosso Deus é um Deus de vivos, que a sua acção e presença rejuvenescem aqueles que se aproximam dele.
Todavia no Evangelho, Jesus cura um homem que é incapaz de fazer o pedido expresso de ser curado; talvez se tivesse resignado à condição de ficar para sempre prostrado. Sem esta expressão o homem fica sem conhecer Jesus e sem estabelecer afecto por Ele.
Também na nossa vida, diante dos benefícios que recebemos de Deus podemos correr o risco de ficar sem agradecer, sem afecto com a fonte da vida. Não nos esqueçamos que a nossa vida é sempre dom e que por isso a gratidão faz parte da nossa condição.

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